Biblioteca Nacional de Portugal:

 21 de Abril, 18H.| À conversa com os comissários | Exposição: Luís Serrão Pimentel e a ciência em Portugal no século XVII





Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda

Oferta da Biblioteca Nacional de Portugal: 

Catálogo:


Judaica nas Coleções da Biblioteca Nacional de Portugal, séculos XIII a XVIII /
Lúcia Liba Mucznik. - Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, 2014. (Catálogos)


capaO projecto Judaica na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) iniciou-se há vários anos com o objectivo de pesquisar, coligir e divulgar as colecções de Judaica existentes nos fundos da Biblioteca.
         Dada a dimensão do projecto optou-se por desenvolver o trabalho em duas fases: uma primeira que culmina com o catálogo da exposição que agora se presenta, que inclui uma selecção das obras mais representativas da diversidade intelectual e geográfica dos fundos das colecções da BNP, produzidas até ao século XVIII; e, numa segunda fase, a disponibilização online de todas as restantes e passível de actualização. (...)



 Exposição:

Judaica nas Coleções da Biblioteca Nacional de Portugal – séculos XIII a XVIII

26 de março até 28 junho | Museu do Livro | Entrada livre


 
A exposição, coordenada por Lúcia Liba Mucznik, inclui uma seleção das obras mais representativas da Biblioteca Nacional de Portugal em hebraico ou sobre a língua hebraica e relativas ao judaísmo e a judeus, manuscritas ou impressas até ao séc. XVIII. Encontra-se organizada em seis núcleos: Bíblia; Liturgia, Ritual e Homilética; Língua Hebraica; Literatura Didática; Flávio Josefo e Fílon de Alexandria, e Polémica antijudaica.


A especificidade da coleção de Judaica da BNP resulta do contexto histórico do país, em particular da inexistência de judaísmo legal em Portugal, entre o final do séc. XV e o início do séc. XIX, e da censura da Inquisição.


Salienta-se, em primeiro lugar, a quase inexistência de obras hebraicas impressas em Portugal, à exceção dos incunábulos hebraicos anteriores à expulsão. E em segundo lugar o facto de a maioria das obras hebraicas raras existentes na BNP terem sido produzidas por hebraístas cristãos para um público cristão, designadamente católico, como se comprova pelos locais de impressão (Paris, Antuérpia, Veneza, Alcalá). Entre elas, destacam-se as bíblias hebraicas e as obras sobre a língua hebraica, quase todas do séc. XVI, na sua maioria provenientes de livrarias conventuais.

Em terceiro lugar, é de realçar, como consequência do desterro dos judeus peninsulares, que as obras produzidas por e para judeus foram impressas na diáspora, em Ferrara, Veneza, Amesterdão, Londres ou Hamburgo, com o objetivo de satisfazer as necessidades religiosas dos novos judeus – cristãos-novos retornados ao judaísmo – portugueses e espanhóis. Essas obras foram adquiridas, na sua maior parte, a partir do séc. XVIII, quando o clima de abertura cultural em Portugal fomentou o interesse de intelectuais pelos estudos judaicos, como são os casos, entre outros, de Frei Manuel do Cenáculo e António Ribeiro dos Santos, primeiro bibliotecário-mor da Real Biblioteca Pública da Corte, antecessora da Biblioteca Nacional de Portugal.

Vide:


   Cat. 73                                                 Cat. 88 
capa         capa

Cat. 118                                                Cat. 119                                            Cat. 120

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Cat. 123                                          Cat. 128
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Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda

Oferta da Biblioteca Nacional de Portugal:


A BNP, publica o texto-base de uma das mais importantes polémicas religiosas medievais entre cristãos e judeus – impressa em Goa, em 1565, por João de Endem, um dos primeiros impressores na Índia Portuguesa.

Tratado que fez mestre Jerónimo, médico 
do papa Bento XIII, contra os judeus
Moisés Orfali - Estudo e transcrição
Lisboa: BNP, 2014. (Fac-similados)


http://www.bnportugal.pt/images/stories/livraria/2013/orfali_g.jpg
capaA obra apresenta uma versão atualizada, em lingua portuguesa, do tratado contra os judeus que o rabino e médico de Alcañiz, Jerónimo de Santa Fé, escreveu depois do seu batismo, em 1412, para justificar a conversão e conquistar para a religião cristã, não pela força, mas pela persuasão, os seus antigos companheiros de fé. Jerónimo de Santa Fé era médico pessoal do papa cismático Bento XIII e defendeu a posição cristã na controvérsia entre cristãos e judeus ocorrida na Corte Pontifícia de Tortosa. A obra inclui um CD-ROM com o fac-símile.


                                            RES.411-412 P.


BNP, Livraria Online

Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda

Oferta do autor:


Glossário: Konkani-Português, Português-Konkani / Francisco Xavier Valeriano de Sá; rev. Olivinho J. F. Gomes. - [S.l. : s.n], 2010 ( [Lisboa] : -- Rolo & Filhos). 

 

Concani é a língua dos habitantes do Concão, na Índia, e deriva o seu nome dela. Esta região se estende por quatro estados federais da União Indiana, a saber, Maharashtra, Goa, Karnataka e Kerala, contiguamente ao longo da sua costa ocidental.(...)
O concani é hoje a língua oficial de Goa, um dos estados federais da União Indiana, e tem afinidades íntimas com a língua oficial do país, hindi, bem como laços fraternais e vizinhos com marata, gujerati e bengala, proveniente das relações sibilinas na origem comum do Indo-Aryano Pracrito-Sânscrito. Seria fastidioso procurar investigar os caracteres utilizados no início para escrever essa língua. Porém, sabe-se que no passado foi representada graficamente por caracteres Kandvi aproximados do canarês, o que levou os primeiros portugue-ses a apelidarem a língua concani de canarim, e, em Goa, com a dominação portuguesa adoptaram-se caracteres romanos também.
(...) O concani foi reconhecido como uma das línguas literárias independentes da União Indiana, em Fevereiro de 1975, pela prestigiosa Sahitya Akademi, a Academia Nacional das Letras, de Nova Delhi, uma organi-zação nacional autónoma do governo central. Aos 4 de Fevereiro de 1987, a Assembleia Legislativa de Goa, Damão e Diu, adoptou o concani como língua oficial de Goa.(...)



Vice-reis e governadores da Índia Portuguesa / Francisco Xavier Valeriano de Sá ; fot. Francisco de Sá, Carlos de Sá, Luís Pavão. - Macau : CTMCDP, 1999


Editado por ocasião das Comemorações do V Centenário da chegada da Armada de Vasco da Gama à Índia, inclui, para além dos retratos existentes na Galeria dos Vice-Reis do Archeological Museum, em Goa, biografias e factos históricos.


Este livro cumpre uma dupla função: por um lado divulgar a Galeria dos Vice-Reis (...) e por outro evocar os 500 anos da abertura da rota marítima até à Índia, que veio dar "novos mundos ao mundo", enriquecer os conhecimentos geográficos e acima de tudo contribuir para o encontro das culturas e dos povos.(...)

PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA - CONFERÊNCIA Esperando o sucesso: o ensino da pintura em Portugal no século XIX


  Ângela Ferraz | Doutoranda na FCT/UNL


Quinta-feira | 13 março | 18h30 | Entrada livre



O que sabemos sobre os métodos de ensino praticados ao longo do século XIX? Como é que os pintores aprendiam as técnicas da pintura a óleo? O que sabiam eles sobre os seus materiais?
Que manuais lhes serviam de orientação? E, finalmente, seriam os métodos de ensino nas academias portuguesas completamente diferentes dos praticados nos ateliers parisienses? Para encontrar respostas a estas questões foi desenvolvida uma pesquisa documental tendo por base os arquivos das academias de belas artes de Lisboa e Porto.
Ângela Ferraz é licenciada em Conservação e Restauro e doutoranda na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa com o tema “Materiais e Técnicas dos Pintores Portugueses 1836-1914”. A sua investigação insere-se no projeto “Crossing Borders: História, Materiais e Técnicas dos Pintores Portugueses de 1850 a 1918, desenvolvido pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.




Aviso


Informa-se que o serviço de leitura da Biblioteca da Ajuda encerra, no dia 12 de Março (4ª-feira), devido à preparação do Lançamento da obra Castelos das Ordens Militares, previsto para as 18h, com entrada livre. O horário habitual é retomado no dia seguinte.
Agradecemos a compreensão.
10 de Março de 2013