A Biblioteca da Ajuda é uma das mais antigas Bibliotecas de Portugal caracterizando-se, pela natureza e riqueza dos seus fundos, como uma Biblioteca Patrimonial que tem por objecto a conservação, estudo e divulgação do seu acervo documental
Obra recebidas na Biblioteca da Ajuda: estudo e publicação de fontes
Oferta da Fundação Biblioteca Nacional / Divisão de Música e Arquivo Sonoro
Teatro Eclesiástico [Música impressa] / Frei Domingos do Rosário. - Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2012; 2 v.; 24cm. (Fac-símile da ed. de 1817)
Fac-símile do Teatro Eclisiástico, de Frei Domingos do Rosário (169?-177?), vulgarmente conhecida como Arte de Mafra, que
entre 1743 e 1817, teve nove edições.O exemplar aqui publicado, em fac-símile, pertence à nona edição da obra, impressa em Lisboa, 1817, em dois volumes.
Obra de grande importancia para todos os que realizam pesquisas no mundo luso-brasileiro sobre a música do séc. XVIII e XIX, o Teatro Eclisiástico é encontrado em poucas Bibliotecas. No Brasil, além da Biblioteca Nacional, somente o Museu de Mariana (MG), possui a obra. Em Portugal, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, possui sete edições desta obra, num total de vinte exemplares, incluindo duplicados. Não consta do Catálogo da Biblioteca da Universidade de Coimbra, nenhum exemplar da terceira edição, de 1758, a qual consta do acervo da Biblioteca Nacional de Portugal que possui igualmente edições de 1743, 1765, 1779, 1782, 1786 e 1817.
Cópias digitalizadas ed.1751 (Universidade de Coimbra)
Biblioteca Nacional de Portugal
Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda
Obras oferecidas pelo Autor:
Do foro público são as citações que escolhemos da sua obra escrita. À selecção presidiu um caracter meramente pessoal. Diferentes, por certo, seriam as opções caso outrem o fizesse.
Embora na sua maioria esmagadora de cariz oficial, ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia.
Há muito dedicados a elaborar obras de referência, sobretudo cronologias (...) retomou-se agora a meada bibliográfica. Na senda de análogas recolhas anteriores, pareceu-nos útil e oportuno dar à estampa esta pequena achega. Servirá, no mínimo, para facilitar a consulta dos estudos existentes sobre a figura do Doutor Oliveira Salazar.
A vida dos núcleos portugueses no estrangeiro encontra-se indissoluvelmente ligada à respectiva rede consular. Principalmente a partir dos finais do séc. XIX, estreita-se a relação entre ambas.
- Salazar - Citações / Org. Fernando de Castro Brandão. - [S. l.]: Fernando de Castro Brandão, 2008
Do foro público são as citações que escolhemos da sua obra escrita. À selecção presidiu um caracter meramente pessoal. Diferentes, por certo, seriam as opções caso outrem o fizesse.
Embora na sua maioria esmagadora de cariz oficial, ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia.
- Salazar : uma bibliografia passiva / Fernando de Castro Brandão. - [Lisboa]: Fernando de Castro Brandão, 2008
Há muito dedicados a elaborar obras de referência, sobretudo cronologias (...) retomou-se agora a meada bibliográfica. Na senda de análogas recolhas anteriores, pareceu-nos útil e oportuno dar à estampa esta pequena achega. Servirá, no mínimo, para facilitar a consulta dos estudos existentes sobre a figura do Doutor Oliveira Salazar.
- O Consulado-Geral de Portugal em Boston: subsídios para a sua história / Fernando de Castro Brandão. - [Lisboa]: Ministério dos Negócios Estrangeiros, 1995
A vida dos núcleos portugueses no estrangeiro encontra-se indissoluvelmente ligada à respectiva rede consular. Principalmente a partir dos finais do séc. XIX, estreita-se a relação entre ambas.
Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda: Cronologias
Obras oferecidas pelo autor:
Embora ciência auxiliar, frequentemente torna-se essencial. Informativa e disciplinadora fornece a instrumentalização básica a qualquer estudo histórico.
No presente trabalho a escolha recaiu sobre um período, tão complexo quanto determinante da História portuguesa. A monarquia constitucional abre uma fase nova, de que lhe resultaram consequências fatais. Época factologicamente intrincada, por fértil em acontecimentos. À girândola política do restaurado liberalismo, segue-se uma regeneração desenvolvimentista de alento limitado. O incipiente republicanismo partirá para uma consagração que põe termo a 770 anos de realeza. Eis o quadro ao qual se procurou dar moldura cronológica
- Da Monarquia Constitucional à República: 1834-1910 - uma cronologia / Fernando de Castro Brandão. - Póvoa de Santo Adrião: Europress, 2003.
Embora ciência auxiliar, frequentemente torna-se essencial. Informativa e disciplinadora fornece a instrumentalização básica a qualquer estudo histórico.
No presente trabalho a escolha recaiu sobre um período, tão complexo quanto determinante da História portuguesa. A monarquia constitucional abre uma fase nova, de que lhe resultaram consequências fatais. Época factologicamente intrincada, por fértil em acontecimentos. À girândola política do restaurado liberalismo, segue-se uma regeneração desenvolvimentista de alento limitado. O incipiente republicanismo partirá para uma consagração que põe termo a 770 anos de realeza. Eis o quadro ao qual se procurou dar moldura cronológica
- Cronologia da História Diplomática Portuguesa / Fernando de Castro Brandão. - Lisboa: Europress, 2013
Pela primeira vez introduziu se um
capítulo referente à dinastia Filipina. Confessa-se que houve muita
hesitação em fazê-lo. De facto, o Reino de Portugal deixara de possuir
uma diplomacia própria. E, excluindo alguma actividade nesse domínio nos
territórios da Índia, tudo o mais se dilui, desapercebido, na acção
diplomática espanhola.
Isso mesmo se pode constatar pelas aturadas consultas realizadas na Biblioteca Nacional de Espanha, em Madrid. A inópia de referências bibliográficas aos interesses portugueses é quase total. Haveria que aguardar pela Restauração da Independência para a criação de uma diplomacia germinal, fundamento da dos nossos dias. Não será por acaso que se considere o diplomata daquela época, D. Francisco de Sousa Coutinho o primeiro Embaixador de carreira.
Antes de aludir aos critérios adoptados, há que sublinhar o empenho, sempre presente, no rigor cronológico. Objectivo primordial, não deixa de ser tarefa complexa e nem sempre garantida, face às frequentes divergências entre as fontes. Essas discrepâncias, mais habituais para os primórdios da História portuguesa, amiúde subsistem mesmo em relação aos tempos modernos e contemporâneos. Verifica se até, que para os factos muito recentes, não se logram, segundo distintas procedências, datações inquestionáveis. Por isso, só pelo cruzamento dos dados obtidos se chegará a conclusões mais apuradas. Sem embargo, nunca há certeza, em alguns casos, de uma concisão absoluta. Quanto à selecção das efemérides, constitui encargo inteiramente subjectivo do seu responsável. No caso vertente, pautou se por critérios básicos e definitórios da actuação concreta de toda uma política externa secular.
Destacando se como principais testemunhos os Tratados, Acordos, Convenções, Protocolos e Convénios, abrange se toda uma panóplia de sectores e matérias que lhe dão origem. Para a Monarquia, os matrimónios entre Casas reais avultam com importante significado. De igual modo, são particularmente expressivas as embaixadas e enviaturas mandadas ou recebidas pelos governos das Nações.
Na actualidade, visitas de Estado dos Presidentes da República ou dos monarcas marcam pontos altos das relações bilaterais.
Transversal ao percurso histórico temos as apresentações de credenciais, portuguesas e estrangeiras, cuja escolha para registo dependeu de factores diversos: importância dos países, particularidades das conjunturas, tempos de permanência, ou outros de mera circunstância.
Isso mesmo se pode constatar pelas aturadas consultas realizadas na Biblioteca Nacional de Espanha, em Madrid. A inópia de referências bibliográficas aos interesses portugueses é quase total. Haveria que aguardar pela Restauração da Independência para a criação de uma diplomacia germinal, fundamento da dos nossos dias. Não será por acaso que se considere o diplomata daquela época, D. Francisco de Sousa Coutinho o primeiro Embaixador de carreira.
Antes de aludir aos critérios adoptados, há que sublinhar o empenho, sempre presente, no rigor cronológico. Objectivo primordial, não deixa de ser tarefa complexa e nem sempre garantida, face às frequentes divergências entre as fontes. Essas discrepâncias, mais habituais para os primórdios da História portuguesa, amiúde subsistem mesmo em relação aos tempos modernos e contemporâneos. Verifica se até, que para os factos muito recentes, não se logram, segundo distintas procedências, datações inquestionáveis. Por isso, só pelo cruzamento dos dados obtidos se chegará a conclusões mais apuradas. Sem embargo, nunca há certeza, em alguns casos, de uma concisão absoluta. Quanto à selecção das efemérides, constitui encargo inteiramente subjectivo do seu responsável. No caso vertente, pautou se por critérios básicos e definitórios da actuação concreta de toda uma política externa secular.
Destacando se como principais testemunhos os Tratados, Acordos, Convenções, Protocolos e Convénios, abrange se toda uma panóplia de sectores e matérias que lhe dão origem. Para a Monarquia, os matrimónios entre Casas reais avultam com importante significado. De igual modo, são particularmente expressivas as embaixadas e enviaturas mandadas ou recebidas pelos governos das Nações.
Na actualidade, visitas de Estado dos Presidentes da República ou dos monarcas marcam pontos altos das relações bilaterais.
Transversal ao percurso histórico temos as apresentações de credenciais, portuguesas e estrangeiras, cuja escolha para registo dependeu de factores diversos: importância dos países, particularidades das conjunturas, tempos de permanência, ou outros de mera circunstância.
- História da Expansão Portuguesa: 1367-1580 - uma cronologia / Fernando de Castro Brandão. - Odivelas: Europress, 1995
O estudo da expansão portuguesa é tão aliciante quanto controverso.
Matéria sensível em muitos dos seus aspectos, deles se revela uma fixação cronológica sempre adiada e à qual este trabalho pretende dar uma achega. Abrangendo os reinados de D. Fernando até ao do Cardeal D. Henrique, terá sempre o mérito de uma selecção criteriosa, se bem que, naturalmente, subjectiva.
Foca aspectos diversificados de um empenho colectivo, que guindou Portugal uma presença indelével na História da Humanidade.Matéria sensível em muitos dos seus aspectos, deles se revela uma fixação cronológica sempre adiada e à qual este trabalho pretende dar uma achega. Abrangendo os reinados de D. Fernando até ao do Cardeal D. Henrique, terá sempre o mérito de uma selecção criteriosa, se bem que, naturalmente, subjectiva.
Publicações - Oferta dos Editores
Oferta da Biblioteca Nacional de Portugal:
Sabor-Mamoré : viagem de comboio sobre o mar / Duarte Belo. - Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, 2013
«Apanhar o comboio em Duas Igrejas, cais terminal da linha ferroviária do Sabor, nas proximidades de Miranda do Douro, no interior da Península Ibérica, em Trás-os-Montes.Atravessar o Planalto de Miranda e descer ao Pocinho, já na margem esquerda do Rio Douro. Embarcar neste cais fluvial até à foz do rio, no Porto. Depois, prosseguir viagem, via marítima, atravessar o oceano Atlântico, até à desembocadura do Amazonas. Subir este rio em cerca de 1000 quilómetros até à foz do rio Madeira e prosseguir rio acima por esse afluente do Amazonas, um dos seus maiores tributários, até Porto Velho, capital do Estado brasileiro da Rondonia, cais terminal da navegabilidade desse rio. Aí, apanhar novamente o comboio, Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em direcção a Guajará-Mirim, já em território boliviano, no interior da América Latina, mais próximo do Oceano Pacífico do que do Atlântico, termo de viagem.
- Dous gigantes pintados cõ hũs bastões nas mãos: gravuras chinesas de porta dos séculos 18 A 20 da coleção de A. E. Maia do Amaral. - Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal: Imperium, 2013
Estas gravuras, muito populares na China, e impressas através de xilogravura, representavam geralmente guardiões armados e em pose ameaçadora. Sendo usualmente afixadas nos portões ou portas exteriores dos pátios, tinham por função afastar da casa espíritos e demónios.
Livraria online (BNP)
Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda: estudo e publicação de fontes
A Escada de Jacob - Cartas íntimas de soror Clara do Ss.º Sacramento para D. João de Sousa e outras afins (1677-1714) / Alice lázaro; pesquisa, transc. e anotação das cartas, Maria da Conceição Geada. - [Lisboa]: Chiado Editora, 2014.
As cartas que D. Antónia Margarida de Castelo Branco ou
soror Clara do Ss.º Sacramento escreveu a D. João de Sousa, seu primo,
vêm contemplar o retrato que se conhece dela, desde a difusão da sua
famosa autobiografia. Esta tem vindo a inspirar várias reinterpretações,
testemunho evidente da sua riqueza e interesse. Com a luz que as cartas
aportam, pretende-se iluminar o lado menos exposto da vida desta mulher
cuja vida decorre quase toda no século XVII, ao mesmo tempo que nos
propõem uma revisitação da sua tão interessante quanto complexa
personalidade.
Cento e sete é o total das cartas, datadas de 19 de Julho de 1677 a meados de 1714, escritas por Soror Clara do Santissimo Sacramento, recolhida no Convento de Santos-o-Novo e religiosa professa no Mosteiro da Madre de Deus (Lisboa), para D. João de Sousa, seu primo, Bispo do Porto e Arcebispo de Braga e Lisboa, existentes na Biblioteca da Ajuda com a cota 52-VIII-33.
Cento e sete é o total das cartas, datadas de 19 de Julho de 1677 a meados de 1714, escritas por Soror Clara do Santissimo Sacramento, recolhida no Convento de Santos-o-Novo e religiosa professa no Mosteiro da Madre de Deus (Lisboa), para D. João de Sousa, seu primo, Bispo do Porto e Arcebispo de Braga e Lisboa, existentes na Biblioteca da Ajuda com a cota 52-VIII-33.
Fontes Relacionadas:
Fiel e verdadeira relação que dá dos socessos de sua vida a creatura mais ingrata a seu Criador por obediencia de seus padres espirituaes e novamente tornada a escrever por hum socesso na era de 1685 annos [ Manuscrito] / Clara do Santíssimo Sacramento
BNP: Cod. 11357
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