Na manhã do dia 18 de maio teve início, pelas 10h00, uma das actividades programadas para o dia em questão: visitas livres e guiadas às suas instalações. Esteve igualmente patente uma mostra de alguns facsímiles de manuscritos emblemáticos da Biblioteca, como o "Cancioneiro da Ajuda", o "Livro das Traças de Carpintaria" e o "Roteiro da Costa do Brasil", permitindo não só o manuseio dos mesmos, como a percepção da necessidade de conservação dos originais respectivos.
A Biblioteca da Ajuda é uma das mais antigas Bibliotecas de Portugal caracterizando-se, pela natureza e riqueza dos seus fundos, como uma Biblioteca Patrimonial que tem por objecto a conservação, estudo e divulgação do seu acervo documental
Dia Internacional do Museus
Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda
Oferta da Biblioteca Nacional de Portugal:
Maurício Bensaúde / Mário Moreau. - Lisboa : Biblioteca Nacional de Portugal ;. - Angra do Heroísmo : Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura - Direção Regional da Cultura, 2014. - 182 p. : il.

A obra traça a biografia de Maurício Bensaúde, «uma das figuras mais notáveis da arte lírica portuguesa de todos os tempos», que, ao longo de 28 anos, cantou nos mais importantes teatros de Portugal, da Europa, da América e da Austrália, «[…] sempre com os maiores aplausos do público e da crítica […]», e cujo «[…] nome figurou, sem se diminuir, ao lado das maiores celebridades mundiais do seu tempo».
Além da biografia, este estudo conta também com uma detalhada cronologia da sua vida e obra, o repertório interpretado, e um vasto conjunto de fotografias de artistas ligados à carreira de Maurício Bensaúde.
Livraria on line (BNP)
Maurício Bensaude (1863 – 1912) foi um cantor lírico português, que atingiu renome internacional, tendo cantado nos melhores teatros da Europa, Américas e Austrália.
Nascido em Ponta
Delgada, em 1863, partiu, em 1884, para Lisboa, onde, após
uma passagem pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, concluiu o curso de Arte
Dramática do Conservatório de Lisboa.
Estreou-se em Lisboa, aos 21 anos, na obra D. César de Bazán, do compositor Francisco Alves Rente. Depois de uma curta carreira no teatro declamado e opereta, partiu, aos 26 anos, para Itália, para aprender canto, tendo estudado com o tenor Pozzo e com Arcangelo Rossi. Em 1891, estreou-se com a companhia lírica de Voghera, interpretando o papel de Escamillo, na ópera Carmen.
O seu repertório atingiu o apreciável número de 46 óperas, integrando o elenco de algumas das mais famosas produções da sua época e contracenando com os maiores cantores do seu tempo, de Adelina Patti e Francesco Tamagno a Nellie Melba, de Enrico Caruso, a Haricléa Darclée e Ema Calvé, passando por Francesco Pandolfini, entre muitos outros.
Em 1896, foi escolhido por Giacomo Puccini para interpretar o papel de Marcello, na estreia da sua nova produção de La Bohème, no Teatro da ópera de Buenos Aires. Pela qualidade da sua voz, em 1902, Felipe Pedrell convidou-o para interpretar os papéis de Bardo dos Pirinéus e de Sicart, na ópera Os Pirinéus.
Em Portugal foi professor de canto e administrador do Teatro de São Carlos, posição que ocupou até à sua morte, em Dezembro de 1912
Maurício Bensaúde / Mário Moreau. - Lisboa : Biblioteca Nacional de Portugal ;. - Angra do Heroísmo : Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura - Direção Regional da Cultura, 2014. - 182 p. : il.

A obra traça a biografia de Maurício Bensaúde, «uma das figuras mais notáveis da arte lírica portuguesa de todos os tempos», que, ao longo de 28 anos, cantou nos mais importantes teatros de Portugal, da Europa, da América e da Austrália, «[…] sempre com os maiores aplausos do público e da crítica […]», e cujo «[…] nome figurou, sem se diminuir, ao lado das maiores celebridades mundiais do seu tempo».
Além da biografia, este estudo conta também com uma detalhada cronologia da sua vida e obra, o repertório interpretado, e um vasto conjunto de fotografias de artistas ligados à carreira de Maurício Bensaúde.
Livraria on line (BNP)
Maurício Bensaude (1863 – 1912) foi um cantor lírico português, que atingiu renome internacional, tendo cantado nos melhores teatros da Europa, Américas e Austrália.
Nascido em Ponta
Delgada, em 1863, partiu, em 1884, para Lisboa, onde, após
uma passagem pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, concluiu o curso de Arte
Dramática do Conservatório de Lisboa.Estreou-se em Lisboa, aos 21 anos, na obra D. César de Bazán, do compositor Francisco Alves Rente. Depois de uma curta carreira no teatro declamado e opereta, partiu, aos 26 anos, para Itália, para aprender canto, tendo estudado com o tenor Pozzo e com Arcangelo Rossi. Em 1891, estreou-se com a companhia lírica de Voghera, interpretando o papel de Escamillo, na ópera Carmen.
O seu repertório atingiu o apreciável número de 46 óperas, integrando o elenco de algumas das mais famosas produções da sua época e contracenando com os maiores cantores do seu tempo, de Adelina Patti e Francesco Tamagno a Nellie Melba, de Enrico Caruso, a Haricléa Darclée e Ema Calvé, passando por Francesco Pandolfini, entre muitos outros.
Em 1896, foi escolhido por Giacomo Puccini para interpretar o papel de Marcello, na estreia da sua nova produção de La Bohème, no Teatro da ópera de Buenos Aires. Pela qualidade da sua voz, em 1902, Felipe Pedrell convidou-o para interpretar os papéis de Bardo dos Pirinéus e de Sicart, na ópera Os Pirinéus.
Em Portugal foi professor de canto e administrador do Teatro de São Carlos, posição que ocupou até à sua morte, em Dezembro de 1912
Exposição Palácio Nacional de Mafra
Depois da exposição inicial no CCB, no âmbito das Comemorações dos 20 anos de existência do centro Cultural de Belém, a exposição - "O repto da Europa: a representação das cidades europeias nas bibliotecas régias: Ajuda, Mafra e Vila Viçosa" -, dinamizada pelo Dr. Vasco Graça Moura, e após uma primeira itinerância no Palácio de Vila Viçosa, estará patente, de 19 de Maio a 8 de Julho, no Palácio Nacional de Mafra.
“No quadro
de uma cooperação com as bibliotecas do Palácio da Ajuda, do Palácio Nacional
de Mafra e do Paço Ducal de Vila Viçosa, cujos acervos são de uma riqueza
extraordinária, ocorreu-nos que seria interessante aproximar a presente exposição
bibliográfica, organizada com a colaboração daquelas três instituições, das
celebrações, ainda em curso, dos 20 anos da existência do Centro Cultural de
Belém.
Recorda-se
neste ensejo que o CCB foi inaugurado em 1992 para acolher a primeira presidência
portuguesa da Comunidade Económica Europeia a que o nosso país tinha aderido em
1986. Às entidades organizadoras pareceu portanto que se justificava apresentar
uma selecção de livros com imagens de cidades dos Estados que formavam a desde então
denominada Europa dos Doze (...) .A qualidade das obras seleccionadas e das ilustrações escolhidas fala por
si, do mesmo passo que contribui para chamar a atenção para três bibliotecas
preciosas e respectivas colecções de livros antigos. Com efeito, trata-se de
espécimes muito raros, não raro de invulgar aparato de dimensões e requintado
sentido da ilustração monumental, que, com todas as diferenças nas gravuras e
vistas de cidades que documentam, não deixam de indiciar a existência de uma fundamental
identidade europeia.
Houve a
preocupação de organizar esta exposição tendo em conta os aspectos que poderiam
ser visualmente mais sugestivos. Assim, ela servirá decerto, não só o interesse
dos especialistas do livro antigo e da sua história, mas também o interesse do
público em geral, contribuindo para mostrar a toda a gente que, na era do
digital, continua a haver espaço para o livro na sua forma tradicional e para o
riquíssimo complexo de valores culturais e sociais a ele ligados e que dificilmente
podem ser postos de lado pela existência e disponibilidade de outros suportes (...)”
Vasco
Graça Moura
Dia Internacional dos Museus - 18 de Maio
AVISO
Informamos
que, devido à realização da mostra expositiva, por ocasião do Dia Internacional dos Museus 2014 (18 de Maio), a Biblioteca da
Ajuda, estará encerrada, à leitura, na sexta-feira feira, a partir das 14h., retomando o horário normal na segunda feira, dia 19 de Maio.
Agradecemos a compreensão dos nossos leitores para esta situação.
Uma história de jardins: A sua arte na tratadística e na literatura
BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL
EXPOSIÇÃO | 15 maio - 31 jul. | Sala de Exposições | Entrada livre
Folha de sala
A exposição, comissariada por Ana Duarte Rodrigues, visa dar a conhecer ao grande público o valioso acervo de
livros sobre jardins conservados na Biblioteca Nacional de Portugal e na Biblioteca da Ajuda. A
mostra, distribuída por cinco núcleos, vai tornar visíveis as imagens, os
conteúdos, os autores, as edições e as ideias sobre a arte dos jardins
que circulavam em Portugal na Idade Moderna.A exposição será complementada por um catálogo, no qual se incluem os estudos desenvolvidos por Ana Duarte Rodrigues, Ana Lemos, Ana Paiva Morais, Aurora Carapinha, Jean-Pierre Le Dantec, Manuel Patrocínio, Maria Teresa Caetano e Nicolas Fiévé.
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| [ BNP S.A. 6634 P ] |
começo da Humanidade justamente num jardim: o Éden. Mas pretende também destacar os livros de maior divulgação: a Bíblia e as Metamorfoses de Ovídio, que se tornaram, assim, textos privilegiados para transmitir ideias e imagens de jardins e paisagens.
O segundo núcleo, Do útil para o belo, abrange os tratados de agricultura espanhóis, franceses e italianos com maior sucesso entre nós, que incluíam pequenos capítulos dedicados aos jardins, e através dos quais se iniciou em Portugal a divulgação daquela arte. Nele podemos encontrar algumas das edições oitocentistas dos tratados hispano-muçulmanos escritos durante a Idade Média e que foram decisivos para o desenvolvimento da arte dos jardins na Península Ibérica.
![BONNEFONS, Nicolas de, 16--, «Les delices de la campagne. Suite du iardinier francois, …» /[Nicolas de Bonnefons]. - Quatriesme edition, augmentée par l'autheur. – A Paris : par la Compagnie des Marchands Libraires du Palais, 1665 [ BNP S.A. 6634 P ]](http://www.bnportugal.pt/images/stories/agenda/2014/jardins_sa-6634-p.jpg)
O terceiro núcleo, dedicado ao Jardim de Prazer, que começa com o Hypnerotomachia Poliphili, o sonho de Polifilo, o qual, na sua busca erótica, atravessa múltiplos jardins e paisagens. Neste conjunto incluem-se todos os tratados de arquitetura civil especialmente dedicados às casas de campo, assim como o paradigmático tratado de Dézallier d’Argenville sobre o jardim formal. Complementarmente incluíram-se as mitografias que proporcionavam aos artistas o conhecimento dos deuses – biografias, aparência, atributos – assim como os livros com desenhos de fontes e os tratados de engenharia hidráulica que permitiram divulgar os sistemas de jogos de água, em voga na Europa.
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| [ BA 76-III-23 a 76-III-26 ] |
O quarto núcleo O «locus amoenus» é o locus do amor remete para o jardim da Arcádia, tema recuperado pelo jardim inglês, dito de paisagem. A este jardim, mais bucólico, corresponde uma poética diferente, mais sentimental, por oposição à evocação do prazer associada ao jardim de estilo francês, nomeadamente às Fêtes de l’Île Enchantée.
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| [ BA 33-IV-37] |
O quinto núcleo, e porque tudo começou na árvore do conhecimento,
não poderíamos deixar de incluir uma pequena área dedicada aos livros e
dicionários de botânica que circularam entre nós.
Obras recebidas na Biblioteca da Ajuda
Portugal - China: 500 Anos
Livraria online
Portugal –
China: 500 anos:
Comemorar a China no grande encontro do Ocidente
com o Oriente - António Vasconcelos de Saldanha
A China sem mistério: Portugal e a China no início
de uma nova era - Miguel Castelo-Branco
Primeiros olhares
A primeira descrição da China: o manuscrito da Suma
Oriental de Tomé Pires - Rui Loureiro
Bárbaros folangji ao largo - Miguel Castelo-Branco
O grande retrato do mundo oriental: a Peregrinaçam
de Fernão Mendes Pinto - Rui Loureiro
Uma descrição da China para leitores europeus:
O diálogo De Missione Legatorum Iaponensium, de
Duarte de Sande - Rui Manuel Loureiro
Formalização do espaço
A representação da China em Fernão Vaz Dourado
- Francisco Roque de Oliveira
A primeira carta europeia da China: o mapa de Luís
Jorge de Barbuda - Rui Manuel Loureiro
O delta do Rio das Pérolas - Francisco Roque de
Oliveira
Planta de Macau - Francisco Roque de Oliveira
Macau e as cidades comerciais de tradição manuelina
- Hélder Carita
Arquitetura sino-portuguesa: um exemplo emblemático
- Pedro Dias
Perpetuar a palavra
Com letras metálicas se começa a escrever - João
José Alves Dias
Os primeiros caracteres chineses impressos no
Ocidente, 1570 - João José Alves Dias
Os primeiros caracteres europeus impressos na
China, 1588 - João José Alves Dias
Mandarins de Deus
O Padroado Português no Extremo Oriente - Teresa
Sena
A Diocese de Macau - Teresa Sena
Tomás Pereira, o jesuíta do imperador - Joaquim
Magalhães de Castro
O Édito da Tolerância - Teresa Sena
Diálogo da Coroa com o Dragão
A preparação de uma embaixada joanina - Miguel
Castelo-Branco
A embaixada de Alexandre Metelo de Sousa e Menezes
- Miguel Castelo-Branco
O Grande Rolo Amarelo – Fátima Gomes
Chapas sínicas: notícia de uma colecção - Isaú Santos
Desvendar segredos
Contactos linguísticos luso-chineses: Tomé Pires,
intérpretes e missionários - Telmo Verdelho
Produção metalinguística do encontro luso-chinês e memória da língua chinesa no português - Telmo
Verdelho
Mestres - fundidores portugueses na China - Vitor
Luís Gaspar Rodrigues
Arsenal de Macau - Vitor Luís Gaspar Rodrigues
Medicina chinesa e medicina ocidental: os primeiros
contactos - Adelino Cardoso | Bruno Barreiros
Viagens do Gosto
A porcelana chinesa - Maria Antónia Pinto de
Matos
Sobre o conceito de chinoiserie - António Filipe
Pimentel
O programa de chinoiserie da Biblioteca Joanina -
António Filipe Pimentel
O património musical chinês em Portugal - Enio de
Souza
A cultura do chá em Portugal - José Eduardo Mendes
Ferrão
Rompe-se a Muralha
O anfião - Maria Helena do Carmo
Macau no tráfico dos cules - Miguel
Castelo-Branco
O Tratado de 1862 - Miguel Castelo-Branco
O Tratado Luso-Chinês de 1887 - Miguel
Castelo-Branco
O conde de Arnoso Em Caminho de Pequim - Ana Maria Costa Lopes
Eça de Queirós e o Oriente - Carlos Reis
Camilo Pessanha e uma Ata Secreta do Governo de
Macau - Daniel Pires
Diplomatas chineses em Portugal - Miguel
Castelo-Branco
Relações luso-chinesas em vésperas de revoluções
- Miguel Castelo-Branco
A fotografia na China: do declínio da dinastia Qing
à Revolução Cultural - Ângela Castelo-Branco | António Faria
Os fotógrafos de Macau e os portugueses que
fotografaram a China - Ângela Castelo-Branco | António João Diogo Faria
Das portas do cerco e mais além
O macaense: português do Extremo Oriente - Miguel
Castelo-Branco
Os Rangel de Macau: percurso de uma família
macaense - Pedro Daniel Oliveira
Portugueses em Hong Kong - Miguel Castelo-Branco
Portugueses de Xangai - Alfredo Gomes Dias
Do conhecimento que fica
Sinologia portuguesa: caminhos e veredas - António
Aresta
Ta-ssi-yang-kuo: um marco indelével da imprensa de
Macau - Daniel Pires
Um prefácio inédito de Wenceslau de Moraes - Daniel
Pires
Fernando Pessoa bilingue impresso em Macau - João
José Alves Dias
José Maria Braga/Jack Braga, 1897-1988: ensaísta e
colecionador - Isaú Santos
Henrique de Senna Fernandes – o escritor de Macau
-
Ana Maria Costa Helena Cunha Raquel Paradella
LopesH
Chegar ao Mundo por Portugal
A comunidade chinesa em Timor - Fernando
Figueiredo
Os primeiros chineses em Portugal - Ana Matias
Os chineses de Moçambique - Ana Matias
A nova imigração chinesa - Ana Matias
Do Oriente, o Vermelho
O Oriente Extremo - António Araújo
Tigres de papel - António Araújo
O retorno das Embaixadas
Em tempo de Guerra Fria - Moisés Silva Fernandes
Restabelecimento de relações diplomáticas, 1979
- João de Deus Ramos
Declaração Conjunta Luso-Chinesa sobre Macau, 1987
- João de Deus Ramos
Relações Portugal-China no século XXI - José Tadeu
Soares
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![FERRARI, Giovanni Battista, 1584-1655, S. J. , «Hesperides siue De malorum aureorum cultura et vsu libri quatuor Io.» Baptistæ Ferrarij Senensis e Societate Iesu. – Romae : sumptibus Hermanni Scheus,1646 [ BNP S.A. 5997 A ]](http://www.bnportugal.pt/images/stories/agenda/2014/jardins_sa-5997-a.jpg)
![ROUSSEAU, Jena Jacques, 1712-1778, «La nouvelle Héloise, ou lettres de deux amans, habitans d’une petite Ville au pied des Alpes.» – Geneve: [s.n.], 1780 [ BA 76-III-23 a 76-III-26 ]](http://www.bnportugal.pt/images/stories/agenda/2014/jardins_76-III-23.jpg)
