Obras da BA no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)


A CIDADE GLOBAL: Lisboa no Renascimento
24 Fev 2017 a 09 Abr 2017
Galeria de Exposições Temporárias

 

Francisco de Holanda (1517-1584)
Da fabrica que faleçe ha Çidade de Lysboa…
 
BA.: 52-XII-24             

Francisco de Holanda exorta o rei D. Sebastião a dotar Lisboa, diríamos hoje, de infra-estruturas (exemplo: pontes, fornecimento das águas livres), arruamentos e edifícios com dignidade correspondente à do vasto império marítimo português.





 
Georg Braun (1541-1622)
[Civitatis Orbis Terrarum]: Urbium praecipuarum Mundi Theatrum Quintus

BA.: 13-VI-11


Resultado de um ambicioso projeto editorial, converteu-se na mais completa coleção de vistas panorâmicas, planos e comentários textuais de cidades publicada durante a Idade Moderna.


Base da dados de legislação de 1603-1910

A legislação régia é uma base de dados de legislação, de 1603 a 1910 incluindo, ainda, as Ordenações Manuelinas de 1512, contém o texto digitalizado e a possibilidade de pesquisa através da plataforma web. Permite a pesquisa nos índices e em texto livre, na ortografia original, e a pesquisa nos campos da base de dados identificados como “Ato legislativo” e “Entidade”, na ortografia atual. É possível navegar nos índices e nas páginas dos documentos originais, a visualização do documento num formato de alta definição, a impressão de página, multipáginas e edição completa e a realização de download dos documentos em formato PDF.
                       
ALVARÁ, 06 de Fevereiro de 1832
Alvará ordenando que a respeito da Real Bibliotheca particular de Sua Magestade se observe o que dispõe os Alvarás de 30 de Dezembro de 1824, e de 12 de Setembro de 1805 a respeito da Bibliotheca Publica, remettendo-se áquella hum Exemplar de todos os Escriptos ...
› D. MIGUEL (1827-1833), Livro 1832 - 1º Sem
 
 

AVISO

Informamos que, devido à preparação e realização de um evento oficial nesta Biblioteca, a leitura estará encerrada na próxima quinta-feira, 2 de Fevereiro, a partir das 15h00 e na Sexta-feira, dia 3 de Fevereiro.

O horário regular será retomado no dia 6 de Fevereiro (Segunda feira).

Agradecendo a compreensão dos leitores,

A Coordenadora da Biblioteca da Ajuda

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto - 27 de janeiro


A Assembleia Geral das Nações Unidas, pela Resolução 60/7, de 1 de Dezembro de 2005, escolheu esta data por ter sido o dia, sessenta anos antes, em que o campo de concentração de Auschwitz foi libertado, pelas tropas soviéticas, do jugo nazi.

Lembrar e homenagear todos os que sofreram e sucumbiram aos horrores do extremismo nazi é dar uma dimensão universal à necessidade premente e inadiável de respeito pelos direitos humanos, pela humanidade no seu todo, na dignidade que lhe é inerente.

Prevenir o horror do genocídio, negando a ação de extremismos, impõe uma atitude de alerta permanente, pois são vários os sinais de risco, nem sempre imediatamente percetíveis e, tantas vezes, perversamente enganadores e sinuosos.

Há, por isso, que desenvolver, em contínuo, uma pedagogia sólida, na família, na escola, na sociedade, nos vários países, de construção do sentido do outro - afinal e sempre um ser humano - em diálogo permanente e entendimento mútuo.

Das coleções desta biblioteca, destacamos de Pietro Metastásio (1698 – 1782) - poeta e profícuo libretista, a quem se atribui a asserção: “Usar da vingança com o mais forte é loucura, com o igual é
perigo, e com o inferior é vileza” - a seguinte obra, em tradução portuguesa assinada pelo poeta luso-brasileiro José Basílio da Gama, autor do poema épico “O Uruguai”:

Título:
A liberdade: cançoneta
Autor(es):
de Metastásio ; com a imitação franceza de J. J. Rousseau ; e as traducçoens portuguezas de José Basilio da Gama e de hum anonimo
Publicação:
Lisboa : na Typografia Lacerdina, 1810
Colação:
15, [1br.] p. ; 8º (16 cm)
Notas:
Texto a duas coln.
Veja também:
Localização:
154-II-5, nº 21 (BAJUDA)


 Pensei nos prisioneiros que permaneceram nus com um tempo gelado, afastado das suas famílias, despidos dos seus cabelos enquanto se preparavam para as câmaras de gás. Pensei também nos que era mantido vivos apenas para trabalhar até a morte. A crueldade foi tão profunda, a sua escala tão grande, a visão dos Nazis tão distorcida e extrema e o extermínio tão organizado e naturalmente calculado.”
Ban-Ki Mun, ex- Secretário Geral da ONU, em visita a Auschwitz- Birkenau










Janeiro

No mês que celebra o aniversário do nascimento de Martin Luther King Jr. (1929 – 1968), recordamos a sua ação corajosa, firme e admirável, assinalando, por ser oportuno, a importância de dois conceitos por ele defendidos e praticados – o pacifismo e a desobediência civil.

É nosso propósito, ao iluminar a memória, suscitar uma reflexão, serena e útil, que estimule uma observação mais sensível e sensata do mundo, cenário de dramáticos e incessantes conflitos.
Para tal, selecionámos e aqui transcrevemos excertos de frases, de personalidades defensoras do pacifismo, que são faróis para o pensamento e para o comportamento do Homem:

Se não puderes voar, corre. Se não puderes correr, caminha. Se não puderes caminhar, rasteja, mas segue em frente de qualquer maneira”.
“Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele”.
                                                                        Martin Luther King Jr. (1929 – 1968)

Fazer todos os dias um bom dia, essa é a mais elevada das artes.”

["To affect the quality of the day, that is the highest of arts" - Walden (1854), Cap. 2]
                                                                 Ralph David Thoreau (1817 – 1862)

 “A paz não é inércia, é o trabalho corajosos que faz nascer a solidariedade no interior do homem.
                                                                             Albert Schweitzer (1875 - 1965)

 “Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho”.
                                                                     Mahatma Gandhi (1869 - 1948)

  “Give peace a chance”.            
                John Lennon (1940 - 1980)

 Selecionámos, hoje, o seguinte título desta Biblioteca:

Título: Anagramma de la vida humana

Autor(es): cōpuesta por Henrrique [sic] Visorio de Perpiñan

Publicação: En Lisboa : por Antonio Aluarez y Afonso Lopez, 1590

Colação: [2 br., 16], 64 f. 8º (14 cm)

Colecção: (Cimélios)

Notas: Escudo de armas, Zuniga, xilográfico na pag. tit. - Enc. perg.- Pert. (carimbo): Biblioteca Real. - Pert.: "Ex Bibliotheca Congregationis Oratorii apud Regiam Domum B. M. Virginis de Necessitatibus". - Anselmo 53

Veja também: Visorio de Perpiñan, Enrique | Lopes, Afonso, ffl. 1583 - 1589 | Álvares, António, fl. 1583-1620 | Zuñiga, Francisco Lopez de, 1599-1655

Localização: 50-VII-12 (BAJUDA)