AVISO

Informamos que, devido à preparação e realização de um evento oficial nesta Biblioteca, a leitura estará encerrada na próxima quinta-feira, 2 de Fevereiro, a partir das 15h00 e na Sexta-feira, dia 3 de Fevereiro.

O horário regular será retomado no dia 6 de Fevereiro (Segunda feira).

Agradecendo a compreensão dos leitores,

A Coordenadora da Biblioteca da Ajuda

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto - 27 de janeiro


A Assembleia Geral das Nações Unidas, pela Resolução 60/7, de 1 de Dezembro de 2005, escolheu esta data por ter sido o dia, sessenta anos antes, em que o campo de concentração de Auschwitz foi libertado, pelas tropas soviéticas, do jugo nazi.

Lembrar e homenagear todos os que sofreram e sucumbiram aos horrores do extremismo nazi é dar uma dimensão universal à necessidade premente e inadiável de respeito pelos direitos humanos, pela humanidade no seu todo, na dignidade que lhe é inerente.

Prevenir o horror do genocídio, negando a ação de extremismos, impõe uma atitude de alerta permanente, pois são vários os sinais de risco, nem sempre imediatamente percetíveis e, tantas vezes, perversamente enganadores e sinuosos.

Há, por isso, que desenvolver, em contínuo, uma pedagogia sólida, na família, na escola, na sociedade, nos vários países, de construção do sentido do outro - afinal e sempre um ser humano - em diálogo permanente e entendimento mútuo.

Das coleções desta biblioteca, destacamos de Pietro Metastásio (1698 – 1782) - poeta e profícuo libretista, a quem se atribui a asserção: “Usar da vingança com o mais forte é loucura, com o igual é
perigo, e com o inferior é vileza” - a seguinte obra, em tradução portuguesa assinada pelo poeta luso-brasileiro José Basílio da Gama, autor do poema épico “O Uruguai”:

Título:
A liberdade: cançoneta
Autor(es):
de Metastásio ; com a imitação franceza de J. J. Rousseau ; e as traducçoens portuguezas de José Basilio da Gama e de hum anonimo
Publicação:
Lisboa : na Typografia Lacerdina, 1810
Colação:
15, [1br.] p. ; 8º (16 cm)
Notas:
Texto a duas coln.
Veja também:
Localização:
154-II-5, nº 21 (BAJUDA)


 Pensei nos prisioneiros que permaneceram nus com um tempo gelado, afastado das suas famílias, despidos dos seus cabelos enquanto se preparavam para as câmaras de gás. Pensei também nos que era mantido vivos apenas para trabalhar até a morte. A crueldade foi tão profunda, a sua escala tão grande, a visão dos Nazis tão distorcida e extrema e o extermínio tão organizado e naturalmente calculado.”
Ban-Ki Mun, ex- Secretário Geral da ONU, em visita a Auschwitz- Birkenau










Janeiro

No mês que celebra o aniversário do nascimento de Martin Luther King Jr. (1929 – 1968), recordamos a sua ação corajosa, firme e admirável, assinalando, por ser oportuno, a importância de dois conceitos por ele defendidos e praticados – o pacifismo e a desobediência civil.

É nosso propósito, ao iluminar a memória, suscitar uma reflexão, serena e útil, que estimule uma observação mais sensível e sensata do mundo, cenário de dramáticos e incessantes conflitos.
Para tal, selecionámos e aqui transcrevemos excertos de frases, de personalidades defensoras do pacifismo, que são faróis para o pensamento e para o comportamento do Homem:

Se não puderes voar, corre. Se não puderes correr, caminha. Se não puderes caminhar, rasteja, mas segue em frente de qualquer maneira”.
“Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele”.
                                                                        Martin Luther King Jr. (1929 – 1968)

Fazer todos os dias um bom dia, essa é a mais elevada das artes.”

["To affect the quality of the day, that is the highest of arts" - Walden (1854), Cap. 2]
                                                                 Ralph David Thoreau (1817 – 1862)

 “A paz não é inércia, é o trabalho corajosos que faz nascer a solidariedade no interior do homem.
                                                                             Albert Schweitzer (1875 - 1965)

 “Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho”.
                                                                     Mahatma Gandhi (1869 - 1948)

  “Give peace a chance”.            
                John Lennon (1940 - 1980)

 Selecionámos, hoje, o seguinte título desta Biblioteca:

Título: Anagramma de la vida humana

Autor(es): cōpuesta por Henrrique [sic] Visorio de Perpiñan

Publicação: En Lisboa : por Antonio Aluarez y Afonso Lopez, 1590

Colação: [2 br., 16], 64 f. 8º (14 cm)

Colecção: (Cimélios)

Notas: Escudo de armas, Zuniga, xilográfico na pag. tit. - Enc. perg.- Pert. (carimbo): Biblioteca Real. - Pert.: "Ex Bibliotheca Congregationis Oratorii apud Regiam Domum B. M. Virginis de Necessitatibus". - Anselmo 53

Veja também: Visorio de Perpiñan, Enrique | Lopes, Afonso, ffl. 1583 - 1589 | Álvares, António, fl. 1583-1620 | Zuñiga, Francisco Lopez de, 1599-1655

Localização: 50-VII-12 (BAJUDA) 

Aviso


Informa-se que a Biblioteca da Ajuda, encerra o serviço de leitura no dia 18 de Janeiro (a partir das 13h00), e no dia 19 de Janeiro  (até às 13h00), devido à preparação e realização do lançamento da obra:
A OURIVESARIA BARROCA ITALIANA EM PORTUGAL: Presença e influência / Teresa Vale, editada pela Scribe e apresentada por Nuno Vassalo e Silva, que terá lugar nas suas instalações.

O horário habitual é retomado no dia 20 de Janeiro.

Agradecemos a compreensão.

A Coordenadora

Biblioteca da Ajuda | 18 de janeiro | 18h00 |

Sinopse

O presente livro ocupa-se, como o título e subtítulo o indicam, da presença e da influência da ourivesaria barroca italiana em Portugal, efetuando uma abordagem a esta problemática capaz de permitir uma identificação e análise do acervo, do contexto, dos agentes e dos processos de importação e difusão. Ao longo do texto - que se desenvolve em articulação com uma seleção de imagens e quadros-síntese e se alicerça na análise das obras e dos manuscritos (que, devidamente transcritos, se publicam no final do volume) - procura compreender-se o contexto de produção, identificar autores, estabelecer relações entre peças e artistas (não apenas ourives mas também escultores, tendo em conta a estreita colaboração verificada entre estas duas categorias profissionais para a concretização das obras) e ainda reconhecer tipologias, no âmbito das obras importadas para o nosso país durante o tempo do Barroco. Por outro lado, efetua-se também um reconhecimento da influência italiana na ourivesaria portuguesa, em particular naquela da segunda metade do século XVIII. Tal problemática, embora recorrentemente referida por múltiplos autores (de forma mais ou menos superficial e nunca justificada), numa se constituiu como tema de uma publicação. Cremos que os resultados deste estudo possuem voz própria, ou seja, cremos que se assume como evidente o modo como o texto e os respetivos anexos vêm colmatar a lacuna que tivemos ocasião de identificar no início da nossa investigação, deixando porém largo espaço a novos contributos.